domingo, 31 de janeiro de 2016

Hoje tudo é diferente (Turma PNL)


Hoje tudo é diferente, nada mais é como antigamente.
Crianças brincam na tela, apenas olhando o brinquedo,
Elas descobrem seus segredos. E a alegria se duplica,
Em vê-los ‘replicados’, em massas coloridas.

Hoje é tudo diferente,
E o mundo dos mais espertos chegou às mulheres,
Como Tacher ou Tereza, elas seguem na certeza, 
de por as cartas na mesa, e vencer com nobreza!

Diante de pressupostos, eu aposto...
No abraço forte da Lilia que nos leva à estase do quero mais.
Da Margot que em seu silencio, olhar cativo, distribui amor.
Da Tereza que emociona com a massagem do rebento,
Da Ivete que tem medo da morte, que sorte, ainda está aqui.
Do amigo Diego, cuja esposa percebeu a diferença, ainda bem que ficou nisso, sem encrenca.

Não posso esquecer Mayumi, mi’a parceira de carteira, com seu jeito de menina, delicada, criativa e estudiosa, até na hora que comer. Eu não falei em você? Relax! Tem um jeito! Você tem lugar cativo, no lado esquerdo do peito.

“Pressuposto de hoje”! E a Monique numa entrega diferenciada,
passa para cada um de nós o aprendizado fatal.
“Isso é bom pra sua vida?”  Jargão do jovem Gustavo.
Apertando bem as mãos, nos ensinou a amá-lo, difícil será esquecê-lo.

A alegria do Max, incontestável, incomensurável.
Horas com tom de pai, de filho, de amigo, ele nos faz viajar
numa NAU cheia de sonhos, principalmente, o sonho de nos
tornarmos melhores como seres humanos.
Antônio, meu caro Antônio, não vieste de trás dos montes,
De Portugal ou de França trouxeste-nos belos dias.

Pra nós que no passado, fazíamos quase tudo errado.

Nossa visão hoje é outra; cinestesia em cortesia, ouvidos bem aprumados, estamos armados.
Com mindset ativado, Meta esperta, sim, senhor!
Deixe o “Mi-mi-mi” de lado, isso é passado.
Cinco passos para frente;
Hoje é tudo diferente. E mudou para melhor.
Isso é bom pra você?
Somos PNListas, melhores que os outros? Não!
Apenas diferentes.


Bom dia, jardineiro

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Te vejo sempre sozinho, me pareces solitário;
Tuas mãos frementes deslizam por sobre as rosas,

lírios, dálias e jasmins dentro de um relicário só teu.


Bem sei, jardineiro, que a terra é pluma aos teus pés;
Tuas mãos rumam, cuidadosamente a cada botão.

Se as plantas fossem mulheres, a quem delas, 
jardineiro entregarias teu coração?


Abduzido te vês em meio a doce beleza,
A vida em cada plantio, amor em tanta presteza.

De sol a sol não te cansas de andar, plantar e plantar?
Planta em mim, ó jardineiro, a tua forma de amar;

Bom dia, jardineiro!


A letra "M"


A letra "M" está nos melhores lugares.
Na palma da 'MÃO', no começo de 'MUNDO',
no meio de 'amor', no começo de 'MEU (filho),
e tantas outras palavras, porém nenhuma delas
soa tão forte, tão puro, tão perene como ‘MÃE’.

Às vezes me pergunto: 
Por que nem todas as mulheres 
conseguiram ou não conseguem ser mães?
Por que tantas crianças foram rejeitadas mesmo 
antes de serem conhecidas fisicamente ou 
quando mal foram geradas no ventre da mãe?

Por que um ser tão minúsculo pode servir de PESO 
para uma vingança tão pérfida ou simplesmente 
por não ter sido desejado?
Olho ao meu redor e não consigo achar resposta.
Só me resta então, olhar para todos os ‘M’
inclusive o da ‘palma da minha MÃO’ e lembrar 
que sua mais forte pronúncia está na palavra, ‘MÃE’.